31 de dezembro de 2011
Por favor, alguém me ligue me chamando para ir passear, jantar com a família alheia de penetra, ir ao cemitério visitar o tio avô.. Sei lá, qualquer coisa desde me faça passar essa maldita passagem de ano bem longe. Caso contrário, serei obrigada a beber bastaaante chá de alface para eu desmaiar de sono e só acordar depois de dois dias. Família não serve pra nada, mesmo. Todos merecem morrer asfixiados numa câmara de gás lacrimogênio recebendo um banho de exprei de pimenta. Depois a gente usa os restos mortais como adubo. OH NÃO! Teremos que queimar, mesmo.. Porque do jeito que vai, os corpos farão a terra apodrecer... Poluirão os lençóis freáticos. Pois é...
25 de dezembro de 2011
"Essa música provocou a ira de cristãos na Austrália, ao ser incluída em um CD natalino beneficente. Segundo os cristãos revoltados, ela é considerada anti-cristã, ofensiva e de mau gosto" já deu para perceber que é algo legal. Ao verdadeiro natal.
23 de dezembro de 2011
Plano Yoko.
Foi um longo processo, até que por fim, Victória resolveu comprar um coelho. Foi pelo rabinho que ela escolheu qual queria. Justamente a única que tinha a ponta do rabo meio preto, e também a ponta das orelhas: era fêmea. Uuuuh. Fêmea, hehehe. Uma bela coincidência, afinal, nós não gostamos de machos, seja lá qual for a espécie, são todos uns filha da puta. Generalizo, eu posso.
Fugindo da racionalidade, nós só fomos pensar na desculpa para a mãe da Victória depois que já havíamos comprado a coelhinha. Decidimos que seria uma possibilidade dizer que nos deparamos com uma caixa que "se movia" e quando fomos verificar, encontramos a pobre abandonada. Diríamos que não fomos capazes de deixá-la ali, largada. Então Victória se lembrou do viveiro desativado que há em sua casa e cogitou ficar com ela até que achassem um dono. Com o passar dos dias, Victória pediria Yoko(o nome que demos à coelhinha) de presente de natal. E, como a coelhinha já estaria há alguns dias morando no viveiro, Victória teria provado de que sim, ela é responsável o suficiente para ter mais um bichinho.
Com o plano elaborado e devidamente ensaiado, ao chegarmos em casa nós alimentamos Yoko e fizemos planos para o futuro ao lado dela. Bem, eu sou uma espécie de madrinha, agora. Pois sim, jovens... Estou ficando velha.
Sobre as religiões doutrinárias, escreveu o filósofo David Hume que "os homens não ousam confessar, nem mesmo a seus corações, as dúvidas que têm a respeito desses assuntos. Eles valorizam a fé implícita; e disfarçam para si mesmos a sua real descrença, por meio das afirmações mais convictas e do fanatismo mais positivo." Essa descrença tem consequências morais profundas, como escreveu o revolucionário americano Tom Paine em The age of reason: A descrença não consiste em acreditar, nem desacreditar; consiste em professar que se crê naquilo que não se crê. É impossível calcular o dano moral, se é que posso chamá-lo assim, que a mentira mental tem causado na sociedade. Quando o homem corrompeu e prostituiu de tal modo a castidade de sua mente, a ponto de empenhar a sua crença profissional em coisas que não acredita, ele está preparado para a execução de qualquer outro crime."
Carl Sagan, O Mundo Assombrado Pelos Demônios.
20 de dezembro de 2011
Vitamina horrível para não sentir fome (e nem conseguir bebe-la)
Como estou de férias, quase não estou comendo porque não estou sentindo ansiedade e blábláblá. Mas daí, como também quase não sinto fome, quando sinto crio algo meio "diferente" para comer. Hoje fiz uma vitamina totalmente maléfica e horrível que nem eu aguentei beber por completo (talvez porque tenha feito demais). Mas de qualquer forma, até que achei bem saudável... Enfim, aqui seguem os ingredientes.
- 5 amoras.
- 1 banana.
- 5 colheres de leite.
- 1 fatia de melão.
- 1 colher de salada de tabule.
E cuidado com o tabule, talvez ele seja o culpado pelo sabor não muito agradável da minha vitamina maléfica. Talvez porque a salada já estivesse com azeite e... Enfim, né.
16 de dezembro de 2011
Eu "derrubando" o que entendo como "mitos sobre a sociedade"
Enquanto ajudava meu primo músico num projeto para o nosso prédio, não me lembro exatamente como chegamos a esse assunto, mas houve um momento em que ele comentou algo e eu respondi com "cruzes, nunca vou casar!" - e ele já sabe que não pretendo ter filhos... Já sabe também que caso eu e minha futura parceira resolvamos ter, será adotado. De preferência já meio grandinho. Ou quem sabe adote um adulto para que ele termine de me criar... Whatever - ele perguntou meus motivos, e eu respondi "ná, eu acho que casamento é uma coisa meio imposta pela sociedade, sabes? Não gosto da ideia de ter que oficializar uma promessa de amor a outra pessoa. Não gosto da ideia de tratar sentimentos como algo negociável e..." e ele me respondeu com um simples "a sociedade não existe." O me fez calar-me e repensar sobre o fato de "a sociedade" ser uma espécie de monstro psicológico que alguns de nós criam. Seja como desculpa para algo, por motivos de problemas de perseguição seja na infância ou mesmo dentro do próprio inconsciente de cada um.
Mas o que seria sociedade? Sociedade, ao meu ver, são as pessoas que preenchem o nosso meio social mais próximo e até mesmo aquelas com as quais somos obrigados a conviver, ou as pessoas que nos julgam através do olhar quando passamos na rua. O fato é que muitos têm sim medo da opinião alheia, do que a sociedade vai pensar ou comentar sobre. E, como a maioria das sociedades ocidentais tem suas bases fundidas dentro do cristianismo, acaba se criando essa sensação de "perseguição" e que a sociedade está "sufocando".
Acredito que a partir do momento em que a pessoa adere ao auto conhecimento como uma de suas filosofias de vida, fica bem mais fácil esclarecer essa coisa toda dos "demônios da sociedade" como algo ilusório, uma sensação desconfortável para aqueles que ainda param para ouvir o que alheios à sua vida têm a dizer sobre o que você faz, ou deixa de fazer.
Sociedade, creio eu, que realmente exista. É quase impossível imaginar um país ou cidade sem sociedade. Mas, do ponto de vista intrapessoal+interpessoal, a minha sociedade pode muito bem não ser a tua sociedade (o que na maioria das vezes acontece) e que, como componentes opostos, é natural que surja alguma espécie de atrito entre os membros de diferentes sociedades quando esses se esbarram via olhares, reuniões de família, emprego, escola, enfim...
Talvez sociedade se torne """"mito""" quando cada um de nós aprender a respeitar as diferenças dos outros assim como queremos que os outros respeitem as nossas. Mas isso só acontece depois da pessoa tomar um chá de realidade e perceber que ninguém é perfeito só por ser "a imagem perfeita de deus" e blá blá blá. Encarar seus próprios defeitos e dilemas, a fim de tentar resolve-los, é fundamental.
Mas o que seria sociedade? Sociedade, ao meu ver, são as pessoas que preenchem o nosso meio social mais próximo e até mesmo aquelas com as quais somos obrigados a conviver, ou as pessoas que nos julgam através do olhar quando passamos na rua. O fato é que muitos têm sim medo da opinião alheia, do que a sociedade vai pensar ou comentar sobre. E, como a maioria das sociedades ocidentais tem suas bases fundidas dentro do cristianismo, acaba se criando essa sensação de "perseguição" e que a sociedade está "sufocando".
Acredito que a partir do momento em que a pessoa adere ao auto conhecimento como uma de suas filosofias de vida, fica bem mais fácil esclarecer essa coisa toda dos "demônios da sociedade" como algo ilusório, uma sensação desconfortável para aqueles que ainda param para ouvir o que alheios à sua vida têm a dizer sobre o que você faz, ou deixa de fazer.
Sociedade, creio eu, que realmente exista. É quase impossível imaginar um país ou cidade sem sociedade. Mas, do ponto de vista intrapessoal+interpessoal, a minha sociedade pode muito bem não ser a tua sociedade (o que na maioria das vezes acontece) e que, como componentes opostos, é natural que surja alguma espécie de atrito entre os membros de diferentes sociedades quando esses se esbarram via olhares, reuniões de família, emprego, escola, enfim...
Talvez sociedade se torne """"mito""" quando cada um de nós aprender a respeitar as diferenças dos outros assim como queremos que os outros respeitem as nossas. Mas isso só acontece depois da pessoa tomar um chá de realidade e perceber que ninguém é perfeito só por ser "a imagem perfeita de deus" e blá blá blá. Encarar seus próprios defeitos e dilemas, a fim de tentar resolve-los, é fundamental.
”O que me entristece é que o casal permaneça unido pelo hábito, pela pressão social… Logo que dois seres se sentem ligados não tanto por se amarem, o que era libertação e plenitude transforma-se em angústia e prisão. Sartre e eu nunca vivemos juntos e sempre consideramos ser livres de correntes que nos prendessem um ao outro. Se permanecemos unidos toda a vida, foi porque nos amávamos profundamente e porque, livremente, sempre tivemos vontade de estar um com o outro. E isso é a coisa mais bela que pode acontecer a um ser humano. O amor dá força e coragem para enfrentar o mundo e a vida, a dois e não a um só. É muito!”
(Simone de Beauvoir)
(Simone de Beauvoir)
14 de dezembro de 2011
USE JUST ONCE AND DESTROY, INVASION OF OUR PIRACY. AFTERBIRTH OF A NATION, STARVE WITHOUT YOUR SKELETON KEY.
Estava eu bisbilhotando por novas posições de yoga, quando me deparei com um site interessante sobre o assunto. Daí que, nada para fazer... Imagine, caí num teste para saber "com qual filósofo você se assemelha?" ah, não tinha nada a perder, mesmo. Topei. E o resultado foi, em primeiro lugar, Friedrich Nietzsche! Baita coincidência por ser um dos meus filósofos preferidos. Achei divertido(?) por isso resolvi deixar aqui o link: http://www.triada.com.br/cultura/filosofia/aq180-238-819-1-voce-pensa-como-qual-filosofo.html oh yeah babe.
Receita de salada de frutas singular.
É tão clichê lamentar "ah, mas nas férias eu engordei tanto...." e, francamente, eu não concordo completamente com essa frase. Primeiro porque nas férias eu quase não saio de casa, o que não me gera angústia de "ter que sair de casa" e blábláblá. Logo, me sinto bem menos estressada e ansiosa pelo fato de não ter compromissos. Segundo, nas férias eu sempre arrumo alguma coisa diferente para assassinar o tempo ocioso. Seja lá o quê for, qualquer coisa. Até lixar e envernizar moveis antigos eu topo. Eu normalmente quase não sinto fome, tanto que quando eu era criança (porque pequena ainda sou) sofri de desnutrição, era magra feito um palito de fósforo. O que me faz comer é a ansiedade... E os compromissos do dia à dia ficam me cobrando e cobrando e chamando e chamando e na maioria das vezes eu prefiro me entupir de comida para me esquivar deles. Hehehehehe. Enfim... Falei, falei. Blá blá blá. Pois é, "blá blá blá" também faz parte do meu pacote de férias.
Resumindo a ópera, anteontem passei minha tarde fazendo compras no sacolão (hortifrúti para os paulistas kekekekeke) e resolvi comprar apenas frutas, frutas das minhas preferidas. Criei até uma receita de salada de frutas, o que é bem clichê pois isso não requer nenhuma dica, nada nada, basta que você pique um monte de frutas com um suquinho de laranja ou leite condensado e pimba. Mas... Dessa vez eu fiz algo diferente, e por realmente acreditar na singularidade da minha receita, decidi que é um dever como cidadã de bem que sou, compartilhar essa bela informação com todos ao meu redor. Ai vai.
obs: como não queremos que sua salada de frutas azede na geladeira, acho que o ideal seria comprar os ingredientes nas caixinhas, lava-los e deixa-los na geladeira sempre à mão, prontos para você fazer sempre que lhe apetecer.
Ingredientes:
Acrescente alguns tomates cereja numa tigela, morangos picadinhos, pedaços de mamão,amoras (algumas inteiras, algumas cortadas), e um punhadinho de ameixas secas. Por fim, jogue um pouco de açúcar por sima. Em um copo separado, dilua uma colher de sobremesa de suco (já tentei com manga e maracujá) em meia xícara de chá, já adoçado(a metida de suco varia de acordo com a quantidade de frutas que há na sua salada. A minha medida se adéqua caso sua salada equivalha à uma tigelinha ou uma caneca). Prontinho. Eu acrescentei um pouco de pimenta com o açúcar porque eu amo pimenta. Bem, cabe a cada um por o que mais gosta. E ah, pode parecer meio estranho ter tomate numa salada de frutas, mas lembrem-se: tomate é fruta. E fica uma delícia com açúcar.
Resumindo a ópera, anteontem passei minha tarde fazendo compras no sacolão (hortifrúti para os paulistas kekekekeke) e resolvi comprar apenas frutas, frutas das minhas preferidas. Criei até uma receita de salada de frutas, o que é bem clichê pois isso não requer nenhuma dica, nada nada, basta que você pique um monte de frutas com um suquinho de laranja ou leite condensado e pimba. Mas... Dessa vez eu fiz algo diferente, e por realmente acreditar na singularidade da minha receita, decidi que é um dever como cidadã de bem que sou, compartilhar essa bela informação com todos ao meu redor. Ai vai.
obs: como não queremos que sua salada de frutas azede na geladeira, acho que o ideal seria comprar os ingredientes nas caixinhas, lava-los e deixa-los na geladeira sempre à mão, prontos para você fazer sempre que lhe apetecer.
Ingredientes:
- Tomate cereja.
- Morango.
- Amora.
- Mamão.
- Ameixa seca.
- Suco da fruta da sua preferência (pode ser daqueles que vêm em garrafas para diluir em água)
Acrescente alguns tomates cereja numa tigela, morangos picadinhos, pedaços de mamão,amoras (algumas inteiras, algumas cortadas), e um punhadinho de ameixas secas. Por fim, jogue um pouco de açúcar por sima. Em um copo separado, dilua uma colher de sobremesa de suco (já tentei com manga e maracujá) em meia xícara de chá, já adoçado(a metida de suco varia de acordo com a quantidade de frutas que há na sua salada. A minha medida se adéqua caso sua salada equivalha à uma tigelinha ou uma caneca). Prontinho. Eu acrescentei um pouco de pimenta com o açúcar porque eu amo pimenta. Bem, cabe a cada um por o que mais gosta. E ah, pode parecer meio estranho ter tomate numa salada de frutas, mas lembrem-se: tomate é fruta. E fica uma delícia com açúcar.
10 de dezembro de 2011
8 de dezembro de 2011
4 de dezembro de 2011
Aniquile o tédio pagando mico.
Bem, como hoje foi um domingo estranho - não que tardes de domingo imersas no ócio sejam anormais para mim - mas hoje passou dos limites, o que deixou minha mãe preocupada. Isso nem vem ao caso, aliás. O fato é que me animei, agora a pouco, quando resolvi olhar as fotografias das férias do início desse ano, que se me lembro bem, me deram dor de cabeça e agonia. Eu detestei cada dia de férias. Eu, ser ingrato, pessoinha desgraçada que não sabe dar valor aos belos e raros momentos de diversão. Me arrependo por não ter sabido aproveitar devidamente as férias passadas.. Bem, por mais que ao ver essas fotografias (ou micografias, como preferir) você possa achar que eu estou enganada etc. Mas a verdade é que eu aprendi a fingir felicidade com uma facilidade que até hoje me assusta.
| Meu priminho chato e eu, pegando altas ondas no muro oceânico. |
| Sim, a pessoinha tentando pegar um "jacaré" soy yo. |
| Por quê não? |
| Admito que sinto inveja. |
| Drácula, seu morcego vai fugir. |
| Sim, eu estava ali. |
| Eu me disfarçando de hétero através das unhas cor de rosa. |
Eu tenho olhado há tanto tempo, essas fotos suas,
Que eu quase acredito que elas são reais
Eu tenho vivido há tanto tempo com essas minhas fotos suas,
Que eu quase acredito que as fotos
São tudo que posso sentir.
The Cure.
3 de dezembro de 2011
Se meu lado prático emocional fosse tão safo quanto meu lado teórico emocional, certeza que eu seria mais feliz. Eu mesma me dou conselhos que eu não sigo.
Pablo Picasso.
Estava eu, bisbilhotando no ubu.com, quando me deparei com um documentário em preto e branco (digo isso como forma de frisar o fato de ele ser realmente antigo) sobre Picasso. Eu ainda prefiro os quadros mais realistas de Picasso, a os quadros nos quais ele usa técnicas de cubismo. Não sei, nunca gostei muito de cubismo. Mas enfim, quem sou eu para julgar publicamente cubismo... Eu, uma leiga. Pena que o documentário é em inglês, e nem tem legenda (em inglês), para ajudar. Daí tive que assistir duas vezes para ter certeza do que eu entendi. Kekekeke. Mas enfim, quem manja de inglês e gosta de Picasso, ou de arte em geral, vale a pena.
http://www.ubu.com/film/picasso_visit.html
http://www.ubu.com/film/picasso_visit.html
Going to California.
Made up my mind to make a new start.
Took my chances on a big jet plane
Never let them tell you that they're all the same
The sea was red and the sky was grey
Wondered how tomorrow could ever follow today.
Standing on a hill in my mountain of dreams
Telling myself it's not as hard, hard, hard as it seems.
Led Zeppelin.
2 de dezembro de 2011
Addio, saudosismo.
Particularmente, eu não gosto de comparações. Mas, devo admitir que em muitos casos, comparar as situações é algo emocionante e proveitoso. Não me surgiu de supetão apenas hoje, a sensação de que esse ano eu lidei de forma completamente indiferente ao termino do ano letivo, e ao fato de que não verei mais Victória todos os dias, nem o Dedéia e nem outros coleguinhas. Até então, essa indiferença é um tanto normal para quem apenas "conviveu" durante um ano com os tais outros coleguinhas e que não criou laço forte com ninguém - isso se o que eu criei pode ser chamado de laço.
Lembrei-me de uma música do Dylan, de uma frase "quando você não tem nada, não tem nada para perder". E eu gostei de não ter nada. Nada fixo. Melhor amiga em outra sala, minha doce amada há mais de 12 horas de distância. E por mais que isso lhe possa parecer trágico; me soa belo e aconchegante. O fato de que esse ano Victória e eu não ficamos na mesma turma nos pareceu tortuoso, a princípio. Mas, com o tempo, esse fato foi nos mostrando que as amizades verdadeiras suportam e amadurecem se ambas as partes envolvidas souberem lidar com todas as entraves com maestria. E nos soubemos. Termino esse ano letivo mais próxima de Victória do que quando nós o começamos.
Não fixar ao solo pessoas queridas é ótimo. Pois a verdade é que ninguém nunca espera por ninguém. O que se pode fazer é fixar as pessoas à si próprio, e não aos seus compromissos e rotina.
Lembrei-me de uma música do Dylan, de uma frase "quando você não tem nada, não tem nada para perder". E eu gostei de não ter nada. Nada fixo. Melhor amiga em outra sala, minha doce amada há mais de 12 horas de distância. E por mais que isso lhe possa parecer trágico; me soa belo e aconchegante. O fato de que esse ano Victória e eu não ficamos na mesma turma nos pareceu tortuoso, a princípio. Mas, com o tempo, esse fato foi nos mostrando que as amizades verdadeiras suportam e amadurecem se ambas as partes envolvidas souberem lidar com todas as entraves com maestria. E nos soubemos. Termino esse ano letivo mais próxima de Victória do que quando nós o começamos.
Não fixar ao solo pessoas queridas é ótimo. Pois a verdade é que ninguém nunca espera por ninguém. O que se pode fazer é fixar as pessoas à si próprio, e não aos seus compromissos e rotina.
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