29 de abril de 2012

O ESTATISMO ESTÁ MORTO!


Parte 1.

Parte 2.




26 de abril de 2012

Trinca. Solos, duos e trios de madeira.





        Da esquerda para a direita, Guilherme Andreas - flauta, Azael Neto - compositor, Cesar Bonan - clarinete, Fernando Cavalcanti - compositor, Deyvisson Vasconcelos - fagote e Alexandre Schubert - compositor.

22 de abril de 2012



Copa pra gringo ver como o "brasileiro é feliz", e rir. Claro, somos todos palhaços.

18 de abril de 2012

Cena V O mesmo. Quarto de Julieta. Entram Romeu e Julieta.



     JULIETA — Já vais partir? O dia ainda está longe. Não foi a cotovia, mas apenas o rouxinol que o fundo amedrontado do ouvido te feriu. Todas as noites ele canta nos galhos da romeira. É o rouxinol, amor; crê no que eu digo.
     ROMEU — É a cotovia, o arauto da manhã; não foi o rouxinol. Olha, querida, para aquelas estrias invejosas que cortam pelas nuvens do nascente. As candeias da noite se apagaram; sobre a ponta dos pés o alegre dia se põe, no pico das montanhas úmidas. Ou parto, e vivo, ou morrerei, ficando.
     JULIETA — Não é do dia aquela claridade, podes acreditar-me. É algum meteoro que o sol exala, para que te sirva de tocheiro esta noite e te ilumine no caminho de Mântua. Assim, espera. Não precisas partir assim tão cedo.
     ROMEU — Que importa que me prendam, que me matem? Serei feliz, assim, se assim o quiseres. Direi que aquele ponto acinzentado não é o olho do dia, mas o pálido reflexo do diadema da alta Cíntia, e também que não foi a cotovia, cujas notas a abóbada celeste tão longe ferem sobre nossas frontes. Ficar é para mim grande ventura; partir é dor. Vem logo, morte dura! Julieta quer assim. Não, não é dia.
     JULIETA — É dia; foge! A noite se abrevia. Depressa! É a cotovia, sim, que canta desafinada e rouca, discordantes modulações forçando e insuportáveis. Dizem que ela é só fonte de harmonia; não é assim, pois ora nos divide. Há quem diga que o sapo e a cotovia mudam os olhos. Oh! quisera agora que ambos a voz também trocado houvessem, pois ela nos separa e, assim tão cedo, como grito de caça mete medo. Oh vai! A luz aumenta a cada instante.
     ROMEU — A luz? A escuridão apavorante.

8 de abril de 2012

Chopin Notturno op. 9 n. 2


6 de abril de 2012

Outro epitelioma.





Quero o passado queimado. Eu não suporto mais olhar para o passado a acada novo passo. Queria poder vomitar sobre tudo o que fui e fiz. Queria simplesmente vomitar e ver escoar o ontem pelo ralo. Obrigada Einstein, por me consolar ao nos provar que passado, presente e futuro são a mesma coisa. Queria ser teletransportada por uma máquina com defeito.
Sociedade Racionalista
 
 
Copyright © Frascário
Blogger Theme by BloggerThemes Design by Diovo.com