É sempre muito bacana voltar pra casa. Tantas histórias para contar, entusiasmo de rever amigos, familiares, e contar tudo o que se viu durante a viajem que no meu caso, nem durou tanto tempo assim.. Mas, soubemos aproveitar o tempo. E como soubemos.. Puxa, abracei tantas árvores que meus braços estão até um cadim avermelhados. Andamos tanto, tanto, taaaaaaanto pelas trilhas de Matutu e Aiuruoca a dentro.. Incrível muito incrível o incrível fato de eu não ter ficado cansada, nem com dor nas pernas e afins. E eu gostei taaaaaaanto de fazer trilha, tanto, tanto, taaaaaaanto. Puta vontade de voltar para Minas. Puta vontade de nem ter saído de Aiuruoca..
Fui com a Tia. Tia Suzana, pessoinha da hora. na quinta nós saímos bem cedinho do rio, pincelamos por Penedo, Itatiaia, fomos até a bordinha de São Paulo (e eu acho que agora já posso dizer que fui a sampa duas vezes, hehehehe. N) e depois nós pincelamos por outros lugares, cuja ordem e nome eu nem me lembro.. Pegamos uma serra infinita que queria a qualquer custo me deixar enjoada, até que entramos em território mineiro. Rodamos, rodamos, rodamos. Rodamos infinitamente, até chegarmos, por fim, em Aiuruoca. Cidadezinha muito da simpática, viu. Muito fofa.. A cidade é, definitivamente, uma praça. Sim, uma praça.. Com uma graciosa igreja no final e várias casinhas coladinhas e fofinhas e coloridinhas ao redor, com apenas uns 3 ou 4 bairros, eu acho. Se consegue cruzar a cidade toda em menos de 1 hora.. Daí eu fiz uma pancada de vídeos filmados de dentro do carro, dentre eles, um em que eu procurei mostrar o caminho que fizemos da pousada (que fica no segundo fio de cabelo da franja da cidade) até Matutu, onde há muito barro, muita terra, muito mato, mato lindo, lindo mato, lindas araucárias, e onde há um pequenineza de povoado. Na verdade, nem sei se aquilo é povoado.. É uma micro vila, sei lá. Tem uma pousada muito chique e muito linda, perto de um restaurante com uma arquitetura rustica encantadora, alla fotos das casas daquelas revistas de arquitetura, "Casa e Jardim", "Arquitetura e Construção", etc etc. E depois de andar mais um cadim a pé ou de carro, encontra-se o Casarão. Uma construção antiga, sede da AMA com uma escada louca de morrer e ao lado direito outra construção antiga, que é uma lojinha esotérica com uma vendedora incrivelmente zen! Incrivelmente mesmo! Tão zen que chega a assustar.. Puxa vida. Comprei um negocinho e papapa.. Daí a esquerda tem uma loja de doces e é tudo aparentemente veg. Coisa mais linda. Mas claro, nós fomos explorar a natureza antes de qualquer outra coisa.. E como exploramos. Subimos um morro por dia. No segundo dia nós exploramos o "lado B" do morro. Nossa, falar 'morro' parece favela, então me referirei a ele como montanha, por mais que seja uma cadeia de montanhas e afins e enfim.. Daí, nós fomos ao Vale dos Garcias. O engraçado é que se tem que subir e subir eternamente, para depois descer, afinal é um vale. Puxa.. Puxa vida. Foi tudo tão fantástico que agora, de tanto roer unhas fiquei até enjoada. Ah, lá em Matutu, naquela pequenina vila também tem aquele pessoal que acredita em não-sei-o-quê sobre o mundo acabar não sei quando, mas que tem uma ligação com fulano de tal, e eu só sei que o pessoal é bem louco.
Pois então, amigos, continuo este remembering holiday na próxima. Por hoje é só, vou ligar pras zamiga de sampa, para a minha Victória e para a minha Letícia. Degolar as saudades é o que há.