28 de março de 2012

Ritalina, você é uma vadia.

25 de março de 2012

Untitled by darwinian, cami

Untitled, a photo by darwinian, cami on Flickr.

"Todos querem o mesmo, todos são iguais: o que pensa de outro modo tende a ir para o manicômio." Nietzsche.

24 de março de 2012

EU QUERIA PODER COMER SEU CÂNCER LALALALLLA RITALINA, MINHA AMIGA, ATÉ QUE ENFIM VOCÊ APARECEU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! BÓRA CHUTAR MACUMBA, MINHA GENTE.

Wond'ring Aloud.




Somos nossos próprios salvadores
ao que causamos ambos nossos corações
a pulsar vida um no outro.

 Jethro Tull.

23 de março de 2012

 Acho tão engraçadinho quando um criacionista mirim vem me dizer que ciência não serve pra nada no nosso cotidiano.. Nem falo sobre as descobertas da medicina, da biologia, do limite de velocidade nas estradas, elaboradas com base em cálculos da física, e etc etc etc. Eu prefiro ser tão infantil quanto o criacionista mirim, e digo "ah é, então você não sabia que a física nos provou que atravessar uma rua na diagonal, em vez de seguir em linha reta, aumentam nossas chances de sermos atropelados? Pois é, né.. Isso porque a ciência não serve pra nada." A menos que você seja um criacionista mirim, não escrevi isso com intuito de magoar ninguém. Mas qualquer coisa.. Pede pra papai do céu me castigar porque eu te dei a língua. Ops.

19 de março de 2012

"O resultado fatal de eu viver é o ato de escrever. Há tantos anos me perdi de vista que hesito em procurar me encontrar. Estou com medo de começar. Existir me dá às vezes tal taquicardia. Eu tenho tanto medo de ser eu. Sou tão perigoso. Me deram um nome e me alienaram de mim."
 Clarice Lispector - Um Sopro de Vida.

 Fazia tanto tempo que eu não lia nada da Clarice.. Desde que começou a onda de banalização fraseal dela nas mídias sociais, a náusea me invadia toda vez que de seus livros lembrava. Mas passou, passou. Até que enfim passou.

16 de março de 2012


Eu odeio ter que fazer dever quando eu não quero fazer. Porque daí, meu pensar se desvia, escorre para todos os cantos do meu cérebro. Sempre cisma em pairar numa quina de sentimento que aos poucos proporciona-me náuseas. São pequeninas agulhas que brotam dentro de meu estômago, e vão subindo, subindo, subindo. E então atingem de supetão meu cérebro, precisamente a região de meu cerebelo. Bem, eis o mapa da sensação que quase todas as coisas que faço e vejo, toco e falo sobre, me fazem sentir. Ou seja, nunca quero fazer nada. Legal, hm?



 Measuring a summer's day
I only finds it slips so away to grey
The hours, they bring me pain.
Led Zeppelin , Tangerine.

15 de março de 2012

 Passei a tarde de hoje fazendo um trabalho de história (na verdade uma mera pesquisa sobre as cruzadas que eu transformei numa espécie de dossiê sobre o catolicismo) e, depois de mais de 2 horas pesquisando, lendo, lendo, lendo, coletando datas ali, escrevendo, fazendo rascunho, resumo de vídeos do ateu informa, baixando livros, lendo..... ENFIM! Cansei. Bem, eu ainda não acabei. Quero me aprofundar mais, é.. Eu já sabia disso tudo, mas não com tantos detalhes. Nunca perdi meu tempo (na verdade foi um ganho de tempo futuro) fazendo  um trabalho sobre esse tema.
 Não me limitei apenas às cruzadas.. Magina se eu me contentaria só em malhar a igreja nisso? Hehe. Comecei contando como o catolicismo surgiu nas mãos sujas do Constantino. Tentei desvendar o emaranhado de religiões diversas que o cara agregou ao cristianismo só para ficar mais "poderoso".  Mas isso cansa.. Ô se cansa. De início é legal, instigante. Mas depois se torna pesado.. Principalmente quando entramos nas cruzadas. Tanta carnificina! Chega a dar náuseas ler meros trechos de "o martelo das bruxas".
 Aposto como mais da metade da classe não fará a pesquisa. E se fizer, escreverão apenas meia dúzia de palavras retiradas da própria apostila. Nada de carnificina.. Para eles religião é puro paz e amor. Coitados! São enganados, roubados, e ainda acreditam estar por cima.

O mesmo epitelioma de sempre.

  A manipulação corrói os relacionamentos. Não há reciprocidade num relacionamento onde uma das partes utiliza de técnicas manipulatórias(?) para conseguir o que quer. Alguém que não sabe a arte de oferecer cumplicidade e amor, mas exige isso de volta, acaba ou sozinha, ou fazendo rotação de amizade. Ora com uma, ora com outra.
  Não entendo como o ser humano submete outrem a sofrer por ele, por causa da dor que é apenas dele, e não do outro. Sinto-me mal rodeada de seres que como abutres se aproveitam da fraqueza do outro, para usa-lo como escadaria para o seu próprio ego. Também aqueles que se nominam "fracos" e que querem receber amor, querem ser mimados, e põem para baixo todos os outros que não se encontram tão fracos quanto ele. Essa fraqueza, como Milan Kundera chamava, é uma fraqueza agressiva. "Pois sou fraco, então tu que és forte, submeta-se a cuidar de mim. Mas não reclame, nunca, se meu carinho não lhe for suficiente."  
 Perco-me nas lembranças do que um dia foram nossos planos, de como ríamos, complacentes um pelo outro. Sinto medo por não saber se essa situação se repetirá até com quem agora me conforta e por mim é confortado. Não quero finais! Finais são ruins, finais são maus. Finais matam pedaços de alegria que em mim habitam. Eles não tornam a brotar. Farejo finais, mas é inevitável nosso encontro.
  A morte é um típico final. Mas de qualquer forma, esse final me parece mais aceitável.. Me parece cômodo. Não sofro tanto com a morte quanto com um final em vida. E mesmo a morte é um exemplo de como os finais são. Anunciam sua chegada aos poucos, ou surgem de supetão para tirar-nos sempre o melhor. E até reconstruirmos o que nos foi arrancado, um novo final se anunciará destruindo e nos obrigando a reconstruir o que logo será destruído novamente. Eis o ciclo vicioso dos finais. É como cavar um buraco na beira da praia. Você cava, e quando finalmente vai brincar, uma nova onda atinge trazendo terra e assoreando seu pseudo rio.  E então você recomeça a cavar, mas novamente a onda trás a água que desmancha todo o seu trabalho. Eis a minha visão da vida. Para mim, a vida não passa de uma grande hipocrisia. Ficamos contentes com o que temos, mas logo acabará e choraremos novamente.
  No final, a dor é mais intensa, o chorar é mais presente. Não, não vejo sentido nisso tudo. É tão vago, tão cansativo. E não é por eu passar por muitas dificuldades. Não, não as tenho. Simplesmente sou meu empecilho mor.

10 de março de 2012

Milan Kundera e a insustentável leveza do ser.

 "Segue seu caminho com as novilhas que se esfregam umas nas outras, dizendo a si mesma que são bichos muito simpáticos. Pacíficos, sem malícia, às vezes de uma alegria pueril: parecem mulheres gordas, cinquentonas, que fingem ter catorze anos. Não existe nada mais comovente do que vacas brincando. Tereza as olha com ternura, e diz para si mesma (é uma ideia que lhe ocorre sem cessar há dois anos) que a humanidade é parasita da vaca, assim como a sanguessuga. O homem é o parasita da vaca, essa é, sem dúvida, a definição que um não-homem poderia dar ao homem em sua zoologia.
 Pode-se tomar essa definição como um simples gracejo e sorrir com indulgência. Tereza porém a leva a sério, e fica numa posição arriscada: essas idéias são perigosas e a distanciam da humanidade. Já no Gênese, Deus encarregou o homem de reinar sobre os animais, mas podemos explicar isso dizendo que ele apenas emprestou ao homem esse poder. O homem não era o proprietário mas apenas o gerente do planeta, e um dia teria de prestar contas de sua gestão. Descartes deu o passo decisivo: fez do homem "maître et propriétaire de la nature". Que seja precisamente ele quem nega de maneira categórica que os animais tenham alma, eis aí uma enorme coincidência. O homem é senhor e proprietário, enquanto o animal, diz Descartes, não passa de um autômato, uma máquina animada, uma machina animata. Quando um animal geme, não é uma queixa, é apenas o ranger de um mecanismo que funciona mal. Quando a roda de uma charrete range, isso não quer dizer que a charrete sofra, mas apenas que ela não está lubrificada. Devemos interpretar da mesma maneira os gemidos dos animais, e é inútil lamentar o destino de um cachorro que é dissecado vivo num laboratório.
 As novilhas pastam no prado, Tereza está sentada sobre um tronco de árvore e Karenin (sua cadela) estendida a seus pés, a cabeça encostada em seus joelhos. Tereza lembra-se de uma notícia de duas linhas que lera no jornal há uns dez anos: dizia que em uma cidade na Rússia todos os cachorros haviam sido mortos. Essa notícia discreta e aparentemente sem importância tinha-lhe feito sentir pela primeira vez o horror que emanava desse imenso vizinho.
 Era uma antecipação de tudo que viria depois: nos dois primeiros anos que se seguiram à invasão russa, não se podia falar em terror. Já que toda nação desaprovava o regime de ocupação, era preciso que os russos encontrassem entre os tchecos homens novos e os levassem ao poder. Mas onde encontrá-los, uma vez que a fé no comunismo e o amor pela Rússia eram coisa morta? Foram procurar entre aqueles que alimentavam intimamente o desejo de se vingar da vida. Era preciso soldar, alimentar, mante alerta a agressividade deles. Era preciso primeiro treina-los contra um algo provisório. Esse algo foram os animais.
 Os jornais começaram então a publicar uma séria de artigos e a organizar campanhas sob a forma de cartas de leitores. Exigia-se, por exemplo, o extermínio dos pombos numa cidade. Os pombos foram exterminados. Mas a campanha visava sobretudo aos cachorros. As pessoas estavam ainda traumatizadas com a catástrofe da ocupação, mas os jornais, rádio, televisão, só falavam nos cachorros que sujavam as calçadas e os jardins públicos, ameaçando a saúde das crianças, cachorros que não serviam para nada e ainda tinham que ser alimentados. Fabricou-se uma verdadeira psicose, e Tereza teve medo de que a população excitada se voltasse contra Karenin. Um ano mais tarde, o ódio acumulado (ensaiado primeiro sobre os animais), foi apontado para o seu verdadeiro algo: o homem. As demissões, as prisões, os processos começaram. Os animais puderam enfim respirar.
 Tereza acariciava a cabeça de Karerin, que descansa tranquilamente em seus joelhos. Faz mais ou menos este raciocínio: não existe nenhum mérito em sermos corretos com nossos semelhantes. Tereza é forçada a ser correta com os outros moradores da aldeia, ou não poderia viver ali; e, mesmo com Tomas, é obrigada a se portar como mulher amorosa, pois precisa dele. Nunca poderá determinar com certeza total em que medida nosso relacionamento com o outro é o resultado de nossos sentimentos, de nosso amor, de nossos não-amor, de nossa complacência, ou de nosso ódio, e em que medida ele é determinado de saída pelas relações de força entre os indivíduos.
  A verdadeira bondade do homem só pode ser manifestada com toda a pureza, com toda a liberdade, em relação aqueles que não representam nenhuma força. O verdadeiro teste moral da humanidade (o mais radical, num nível tão profundo que escapa a nosso olhar) são as relações com aqueles que estão à nossa mercê: os animais. É aí que se produz o maior desvio do homem, derrota fundamental da qual decorrem todas as outras.
  Uma novilha se aproxima de Tereza, pára, e olha para ela longamente com grandes olhos castanhos. Tereza a conhece. Chama-a de Marketa. Gostaria de ter dado um nome a cada uma das novilhas mas não pode, são muitas. Há uns trinta anos certamente teria sido assim, todas as vacas do lugar teriam um nome (se o nome é o sinal da alma, posso dizer que elas tinham uma, apesar de desagradar a Descartes). Mas a aldeia tornou-se uma grande usina cooperativa e as vacas passam a vida em dois metros quadrados de estábulo. Não têm mais nome, são apenas machinae animatae. O mundo deu razão a Descartes.
  Tenho sempre diante dos olhos Tereza sentada sobre um tronco, acariciando a cabeça de Karenin, e pensando no desvio da humanidade. Ao mesmo tempo, surge para mim uma outra imagem: Nietzsche está saindo de um hotel em Turim. Vê diante de si um cavalo, e um cocheiro espancando-o com um chicote. Nietzsche se aproxima do cavalo, abraça-lhe o pescoço, e sob o olhar do cocheiro, explode em soluços.
  Isso aconteceu em 1889, e Nietzsche já estava também distanciado dos homens. Em outras palavras: foi precisamente nesse momento que se declarou sua doença mental. Mas, para mim, é justamente isso que confere ao gesto seu sentido profundo. Nietzsche veio pedir ao cavalo perdão por Descartes. Sua loucura (portanto seu divórcio da humanidade) começa no instante em que chora sobre o cavalo.
 É este Nietzsche que amo, da mesma forma que amo Tereza, acariciando em seus joelhos a cabeça de um cachorro mortalmente doente. Vejo-os lado a lado: os dois se afastam do caminho no qual a humanidade, "senhora e proprietária da natureza", prossegue sua marcha para a frente."

9 de março de 2012

Ateus são pessoas revoltadas?

8 de março de 2012

"Fomos socializadas como mulheres pelo pensamento patriarcal para nos vermos como inferiores aos homens, para nos vermos em competição umas com as outras por aprovação patriarcal, para nos olharmos com inveja, medo, e ódio. O pensamento sexista nos fez julgar sem compaixão e punir duramente umas as outras. O pensamento feminista nos fez desaprender este auto-ódio imposto."
  
      bell hooks.

6 de março de 2012

 Por que frascário? Frascário quer dizer indecente. E meu blog é indecente. Indecente de padrões e os caralhos. Idéias que fogem de um rótulo, geralmente são "indecentes". A igreja quando se referia a algo de modo negativo, chamava de "profano", assim como a todo tipo de arte que não fazia referencia ao cristianismo. 
 Quando eu vomito minhas revoltas aqui, e lido com a minha lesbicidade de forma comum, exponho meu ateísmo e minha vegetarianicidade e minha pseudo habilidade para criar palavras catastróficas de forma normal, eu estou sendo indecente. Mesmo que para mim, isso tudo seja normal. 
 Infelizmente, eu lido todos os dias com pessoas que acham todas essas coisas "abomináveis" (ok, eles não usam essa palavra.. Fazem uso de apelidos carinhosos como "chato, pecado e sem sentido"). 
 Acho que o nome "frascário" combina com o fato de eu ser indecente com relação aos preceitos da sociedade, em geral. 

Lista. Primeira semana de abril. L.

Brincar de pique-esconde.
Fazer cabana no quarto.
Brincar de índio (acampar no quintal).
Fazer suas unhas dos pés.
Contar estorinhas para você dormir.
Dar-te muito carinho.
Dar-te comida na boquinha (com colher em formato de sorvete).
Morder seu nariz.
Contar quantos pelos têm nos teus cílios e nas tuas sobrancelhas.

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O Brasil é realmente um poço encardido. Ora, a raiz de praticamente todos os problemas do Brasil é a corrupção. Vê, haitianos(de qualificações profissionais variadas) e europeus de todos os cantos estão vindo trabalhar aqui. E adivinha, encontram vagas! Claro, afinal, eles são muito mais qualificados que nós, talvez até mais até do que o melhor profissional brasileiro que houver no mercado(que não são tantos assim).
 Bem, o Brasil quer crescer economicamente, quer erradicar a pobreza (embora esse ultimo a gente não consiga definir se o foco é a pobreza do povo ou a dos governantes..) mas para isso precisa de trabalhadores qualificados. E bem, todos já estamos fartos de saber que a educação por aqui é uma merda generalizada. E as escolas particulares de qualidade são caras, sendo que a maior parte da população não pode pagar. E bem, as faculdades daqui também não são lá esse primor..
 Vamos supor que, em um ano, um número x de engenheiros altamente qualificados venham da Alemanha e Portugal em busca de emprego(devido a crise européia). No mesmo ano, milhares de engenheiros brasileiros se formam. Qual deles você acha que os contratantes preferirão? Os qualificados estrangeiros, ou os brasileiros em busca de experiência no mercado de trabalho e que não tem qualificação a nível de comparação com a dos estrangeiros? E isso gera alta na taxa de desemprego, o que vocês sabem, afeta várias outras áreas.. Sem contar o cambio aloprado, entrando dólar, euro e afins a toda hora, desvalorizando nossa moeda.
  Talvez, após a crise, quando seus países de origem se estabilizarem e a oferta de emprego voltar a subir,  eles retornem. Talvez não.. Até porque, aqui é alta a procura por empregados qualificados. Paga-se caro por eles. Nós não temos tantos brasileiros nesse nível. Mas os que vêm de fora, têm qualificação.

 Ah, dane-se, o Brasil é uma droga, mesmo.. O povo é corrupto. Cê já reparou que brasileiro nunca perda a chance, nas mínimas coisinhas, de tentar lucrar de forma ilícita? É como se todos estivessem apenas esperando a sua vez no congresso, para roubar da classe a qual um dia eles já pertenceram. E assim segue, em looping eterno.    
Meus joelhos doem. Joguei-me contra o solo, esperneei até sentir meus membros dormentes. Não aguento, não aguento mais conviver com tanta ignorância e falta de educação.. Será que todos os outros adolescentes desse país asqueroso são assim tão idiotas? Eu quero sumir desse lugar! Porque é bem mais fácil dizer "ah, é que eu não gosto de gente, sabes?" do que mostrar-se como realmente é, e depois ser atacado por ser inocente. Por não ver o mundo do mesmo modo que eles.
 É sempre o mesmo problema.. Sempre a mesma questão. O problema deve estar em mim, afinal.

4 de março de 2012

Sensatez é ceticismo. Ceticismo é sensatez. Ou não..

 De que adianta fazer uma espécie de lavagem cerebral nas pessoas, com argumentos falaciosos, apenas porque a causa é boa? Bem.. A igreja católica também tinha uma intenção maneira quando fez a caça às bruxas, e Hitler dentro de sua concepção de mundo quadrada e feia, também dizimava judeus por uma boa causa. Esse papo de que "os fins justificam os meios" é tão ultrapassado..
 Bem, até mesmo o vegetarianismo, que é certamente uma ótima opção para fazer algo belo pelo meio ambiente, e pela vida dos nossos amigos de outras espécies... Mas, não é por isso, que argumentos falaciosos devem ser usados.
 Muitos vegans ficaram revoltadinhos ao assistir esse vídeo do Pirula, e bem, como sou vegetariana, eu achei muito bonito o que ele fez. Sinceramente, vegetarianismo é uma visão cética sobre os alimentos que comemos. Nós não precisamos fundar nossas bases sobre argumentos burros! Já não é o bastante alegar os benefícios para a própria consciência ao não escravizar e matar animais inocentes para uma finalidade que no fim, acaba se tornando fútil, pois faz mal a nossa saúde (como é o consumo de carne VERMELHA). Somos vegetarianos pelo amor e respeito ao meio ambiente em geral, e não apenas porque carne vermelha faz mal. Ah vá, carne branca não faz mal, e eu não como, e daí? Eu sinceramente cansei há muito tempo de tentar fazer lavagem cerebral nas pessoas, tentando convencê-las de que elas estão matando seres inocentes! Mas não adianta.. Nunca adiantou.. E eu apenas gasto saliva com gente ignorante e sem compaixão. Simplesmente faço o meu papel de vegetariana não consumindo carne. Não temos o direito de meter o dedo na vida do outros só porque não concordamos com alguma coisa na qual o outro acredita.. Mesmo que desacreditar em deus, para mim seja ótimo, e que não comer carne seja maravilhoso.. Eu não tenho o direito infernizar a vida alheia obrigando a todos a pensarem igual a mim. Do mesmo modo que eu não quero que eles o façam comigo.    Mas se me perguntam sobre como é ser vegetariana, eu defendo a causa com todo amor e paciência. Falácias são para hipócritas.
 Bem.. Aqui está o link do vídeo. Vale a pena assistir. Aguardo pelo próximo vídeo, onde o Pirula falará sobre os pontos positivos de ser vegan/vegetariano.
http://www.youtube.com/watch?v=SOhXPRhHEWY&list=PL5A2394BEE271D9EE&index=2&feature=plpp_video

1 de março de 2012








A fim de traumatizar pessoas, resolvi postar essas minhas fotos aqui. Pois é.. E a preguiça foi tanta que nem as uni em uma só. Sim, sou viadinho.
Sociedade Racionalista
 
 
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