É engraçado, não? Como nos humilhamos ante nossos próprios feitos. Eu gostaria de realizar tantos feitos. E após, simplesmente queimá-los. Deleta-los. Esse seria o meu deleite. Meu prazer mais sórdido.
Durante mais uma madrugada de insônia, concebi o pensamento de que quero por demasiado viver, e temo não ser feliz, não conseguir fazer de minha vida o máximo possível. Daí surge a vontade de morte.
"Eu amo tanto que odeio". Eu quero tanto que chego a não querer mais.
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