Regresso do ócio, da procura, da pergunta sem resposta.
Do urbano.
Ah! O urbano: sem aquele cantinho, aquele cantinho especial pronde a gente vai só por ir.. E está só por estar.. Como eu sinto saudade da varanda e do mato, dos ruídos de chacoalhos de cobra no quintal, dos pássaros brincando em plena avenida central. Avenida de terra. Escuridão. E o céu estrelado a iluminar, aquilo, e somente aquilo que a gente deseja enxergar.
Perdi minhas trocentas fotos. Perdi. Ando cabisbaixa por aqui, quiçá amanhã eu me arrisque numa aventura pela cidade de pedra: só. Que não me roubem a câmera, mas que roubem o medo, pois.

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