Planos mal feitos, planos soterrados. Qual ônibus pegar? Para onde virar? Como devo prosseguir? Como devo prosseguir só? "Não perguntes, siga!" É o que me ecoa em mente.
Como é difícil, para mim, ser impulsiva com relação à minha segurança. E se algo der errado? Tudo pode dar errado a qualquer instante, mas na apatia de minha casa, conheço o mundo através das teclas, da tela, dos pixels. Sem nenhum arranhão, a não ser dores na coluna. É cômodo, é seguro.
Devo abandonar minha segurança para que enfim possa viver.
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