23 de julho de 2011
Acho que a vontade de me sentir bem e de poder sorrir de verdade era tão grande, perdida dentro de mim.. Que eu sequer me lembro como, mas eu escolhi, de alguma forma, não sentir mais nada daquilo. Eu realmente queria me desprender de todas as amarras que invisivelmente me prendiam ao solo. Cá estou. Não que eu esteja super bem e feliz.. Talvez não esteja o quanto eu anseio estar, ainda. Mas, o mundo é confortável daqui onde o vejo. Ele passa e eu não mais fico angustiada por não acompanhar cada passo que o mundo da, de camarote. Talvez eu esteja num caminho desses aí, para a felicidade plena. Se é que ela existe realmente. Caso não exista, eu invento.
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