27 de junho de 2012

Untitled by darwinian, cami
Untitled, a photo by darwinian, cami on Flickr.

Via Flickr:
Darwin, ya.

As mesmas coisas de sempre. Há tempos não olho para o céu enquanto ando na rua. Ontem eu o fiz e quase tropecei no meu próprio pé porque tive a ligeira sensação de que eu estava prestes a atropelar alguém.

Sem fome, sem vontade.
Veja só, que sensação agradável..
Pena ser tão fugaz.

Cheiro de carne assada entrando pela janela.
Enjoo. Vertigem.
Vizinho, pseudo assassino.

 Ao sentir cheiro de carne, instantaneamente me invadem trechos de filmes sobre holocausto. Pra mim, é a mesma coisa. A descrição de prisioneiros dos campos de concentração nazista, sobre o fétido odor de carne e ossos queimando..
 Queria não ter vizinhos. É perturbador e desconfortável.


30 de maio de 2012

Eu me sinto doente.

Às vezes eu fico triste de supetão. Mas isso é normal. Às vezes eu fico triste de supetão e começo a chorar sem motivos aparentes. Mas isso é porque eu sou emo. Eu odeio ser emo, e então choro por isso.
 Ninguém entende porque eu sou emo, nem mesmo eu. Mas o fato é que chorar em público é escrever na própria testa "sou emo, brasil". E eu odeio ser emo.

19 de maio de 2012

Opressão social e o direito de vestir o que preferir.


  Estava eu conversando com minha mãe na sala, quando percebi que ela estava assistindo aquele programa deselegante do sbt, o tal Esquadrão da Moda. Há tempo não assistia a esse programa.. E pude perceber que minha opinião sobre ele não mudou nadinha.
 Resolvi acompanhar um pouco do programa só por curiosidade e fiquei estupefata com a falta de respeito e liberdade de expressão contra as "convidadas" à mudança de visual. Aquelas mulheres, simplesmente por não se vestirem dentro dos padrões sociais para uma mulher 'elegante e de respeito', passam por um processo constrangedor perante os apresentadores e familiares (que sempre encontram-se infelizes em relação as escolha da tal mulher de como ela deve SE vestir), muitas vezes choram, assistem vídeos de cenas em seu cotidiano enquanto os simpáticos apresentadores comentam (diminuindo, é claro) suas roupas... Para só então ser questionada se quer ou não participar do programa. Aceitando ou não, (deve ser difícil não aceitar, pois muitas podem entender que isso seria abraçar o fato de elas serem "bregas e vulgares") apenas pelo fato de terem passado por esse processo, acho que já seja humilhante o bastante para que meu senso de liberdade de expressão me faça ser contra esse tipo de programa que impõe um modo de se vestir padrão, humilhando quem não se enquadra nesse papel.
  É tão machista achar que as mulheres que se vestem com roupas mais decotadas são promiscuas e desrespeitosas.. Onde foi parar o espirito libertário feminista, a favor da liberdade de expressão das mulheres, mostrando os seios, usando saias curtas, a procura da igualdade entre os sexos? Porque quando vemos um homem sem camisa não ficamos tão espantados quanto quando vemos uma mulher com um decote avantajado (que ainda assim está vestida)?
  É direito de todos nós podermos vestir e fazer com o nosso físico o que quisermos, pois afinal, ele é apenas nosso. É tão descabido ver pessoas se submetendo à caprichos alheios, sofrendo porque devem vestir coisas que não gostariam de vestir, apenas pelo fato de que alguns se sentem desagradados com isso. Eles se sentem desagradados com isso. Dane-se eles. Sentir-se desagradado com algo não da direito a ninguém de oprimir outrem até que este seda aos caprichos alheios.

29 de abril de 2012

O ESTATISMO ESTÁ MORTO!


Parte 1.

Parte 2.




26 de abril de 2012

Trinca. Solos, duos e trios de madeira.





        Da esquerda para a direita, Guilherme Andreas - flauta, Azael Neto - compositor, Cesar Bonan - clarinete, Fernando Cavalcanti - compositor, Deyvisson Vasconcelos - fagote e Alexandre Schubert - compositor.

22 de abril de 2012



Copa pra gringo ver como o "brasileiro é feliz", e rir. Claro, somos todos palhaços.

Sociedade Racionalista
 
 
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