30 de junho de 2011

Winter.

Matutu. Início da trilha até a Cachoeira do Meio.


Hello, winter. 

Back. 2

Bem, eu havia deixando em aberto aquele meu post sobre a minha viagem ao interior de Minas e papapa.. Sinceramente, de toooooodo o meu coração, eu queria continuar um outro post falando sobre como era a cidade, como foi toda a viagem, queria contar em detalhes sobre as sensações, sobre as pessoas de lá e os outros turistas que eu conheci. Eu queria contar, seja lá para quem for, e como não tem para quem contar, eu escreveria aqui. Mas ah.. Preguiça. Eu amo/sou preguiça, e vocês? Do mau, podes crêr. Mas, enfim.. A unica coisa que eu poço dizer é: eu me senti completamente em casa, quando estive em Aiuruoca e Matutu. E eu me recordo de maneira inexplicável, a cada novo amanhecer, das trilhas que fizemos no meio da floresta, das cachoeiras, de quando eu bebi água direto de uma nascente pela PRIMEIRA vez na vida e de como ela era leve e saborosa.. Pois sim, foi mágico. Eu me recordo disso a cada momento, basicamente. Acho que eu não consigo e nem quero evitar essas lembranças, por que de alguma forma, eu acho que quero me imaginar ainda estando lá.. Sei lá o por quê. Talvez para eu agir e manter uma visão do mundo ao meu redor que só lá eu era instigada a manter e com isso, fazer as coisas com mais amor, me dedicar mais às pessoas, ao lugar. Viver mais o momento presente. Eu sempre tive muito dessa coisa chata de enquanto estou vivendo alguma coisa, na verdade eu estou vivendo outra.. Só que na minha mente. E acabo por nunca viver nada.
 Eu sei lá, sentir a natureza ali, tão rente ao meu corpo. Sendo como só um único organismo. Eu precisando dela, ela de mim.  Taí, se eu não me encaixar em nenhuma profissão vou virar guia dessas florestas deste brasil perigoso. Ou, uma exploradora sobre ervas medicinais e e e eu acho que nem sei mais o que estou dizendo. Ok, melhor eu dar este post como encerrado. É, melhor para todos. Kekekek. É.

28 de junho de 2011

Chega de blasfêmia, to cansada de ilusão. Por que quando se mata as entrelinhas, se fere o coração.

Nunca vá direto ao pote.

BICARBONATO DE SODA.

"Súbita, uma angústia...
Ah, que angústia, que náusea do estômago à alma!
Que amigos que tenho tido!
Que vazias de tudo as cidades que tenho percorrido!
Que esterco metafísico os meus propósitos todos!

Uma angústia,
Uma desconsolação da epiderme da alma,
Um deixar cair os braços ao sol-pôr do esforço...
Renego.
Renego tudo.
Renego mais do que tudo.
Renego a gládio e fim todos os Deuses e a negação deles.
Mas o que é que me falta, que o sinto na circulação do sangue?
Que atordoamento vazio me asfalta no cérebro?

Devo tomar qualquer coisa ou suicidar-me?
Não: vou existir. Arre! Vou existir.
E-xis-tir...
E--xis--tir...

Meu Deus! Que budismo me esfria no sangue!
Renunciar de portas todas abertas,
Perante a paisagem todas as paisagens,
Sem esperança, em liberdade,
Sem nexo,
Acidente da inconsequência da superfície das coisas,
Monótono mas dorminhoco,
E que brisas quando as portas e as janelas estão todas abertas!
Que verão agradável dos outros!

Dêem-me de beber, que não tenho sede!"

            Fernando Pessoa, 20-6-1930.

27 de junho de 2011


Eu gosto de velas. Velas são da hora. Por isso eu gosto de velas.
Girls will be boys and boys will be girls. It's a mixed up muddled up shook up world except for Lola, La-la-la-la Lola. 
  Os dias vão passando, mas só depois a gente percebe que tudo mudou. Tudo mudou. Tudo realmente mudou. Caramba.. Como mudou. Mudou pra caralho.

  Seria cabível uma nova apresentação a cada dia ou a cada semana em que eu visse as mesmas pessoas de sempre. Por que puxa, se nem eu me reconheço no que eu era a duas semanas atrás..
Sociedade Racionalista
 
 
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