3 de novembro de 2013
Sempre abandonamos. Seja o que me acompanha a atravessar a ponte, ou eu mesma a abandonar a travessia.
2 de novembro de 2013
I'll always come back
Eu senti a ansiedade, toda novamente. Repetindo os erros sobre as feridas de cicatrizes frescas. Eu não poderia me conter? Não, a fraqueza nunca é contida. É como tentar segurar água nas mãos fechadas. Uma analogia clichê e vulgar para uma ocasião igualmente vulgar.
Mas, verdade seja dita, não arrependo-me de ter errado novamente. Não peço desculpas nem que me pagem. Nem que usem absinto como moeda de troca. Atrevo-me até a concluir que, no final, a rejeição tornou-se uma boa amiga. Inseparável? Quiçá. Até o dia que eu resolva mudar. E o quão longe que este dia está, tenho dito. Por hora, contento-me com um "mulheres são confusas, mesmo" e procuro esquecer. Sofrer por causa de mulher quando há um universo inteiro de incógnitas e fascínio: pra quê? Mas que audácia, total perda de tempo. Quem elas pensam que são em meio a vastidão da nossa humilde galáxia? Quem eu penso ser para dar tamanha atenção e fervor aos pensamentos sobre seres humanos pueris, quando posso focar-me em meu egoísmo? Pois é exatamente o que tenho feito. Vamos! Joguemos com os sentimentos humanos. Eis a nossa diversão da tarde. Não é nisso e no jogo de poder que as relações humanas se baseiam? Não é exatamente essa a questão chave de minhas falhas e teus acertos? Pois então, pois então...
Mas a rejeição dói. É cientificamente comprovado, meu amigo. E como dói. Dói em todos os lados, em todos os âmbitos do ser. Dor que nutre dor, que nutre vícios, que nutrem dor, que nutre subterfúgios que no final só geram mais dor. Mas ajuda. Ah, claro que sim, meu bom homem. A dor é uma coisa simplesmente exuberante. Formosa em suas curvas, seu diferencial encontra-se na vontade de potência. Vá lá! Viajemos em filosofia alemã... A dor nutre e move. Desacomoda. E você, ai sentado, enchendo a cara e fumando um beck. E você, refugiando-se em risos vagos, insensatez e um milhão de subterfúgios fugazes. Minha humilde opinião é que um dia toda essa poeira acumulada debaixo dos tapetes de teu cerne vão mofar. E, creio que saibas, mas mesmo quando não aparente, as consequências de se viver em um ambiente abarrotado de mofo são gravíssimas, quiçá fatais.
Eu não, sei.. Eu não sei. Mas não vale à pena, não é? É bobagem.
Mas, verdade seja dita, não arrependo-me de ter errado novamente. Não peço desculpas nem que me pagem. Nem que usem absinto como moeda de troca. Atrevo-me até a concluir que, no final, a rejeição tornou-se uma boa amiga. Inseparável? Quiçá. Até o dia que eu resolva mudar. E o quão longe que este dia está, tenho dito. Por hora, contento-me com um "mulheres são confusas, mesmo" e procuro esquecer. Sofrer por causa de mulher quando há um universo inteiro de incógnitas e fascínio: pra quê? Mas que audácia, total perda de tempo. Quem elas pensam que são em meio a vastidão da nossa humilde galáxia? Quem eu penso ser para dar tamanha atenção e fervor aos pensamentos sobre seres humanos pueris, quando posso focar-me em meu egoísmo? Pois é exatamente o que tenho feito. Vamos! Joguemos com os sentimentos humanos. Eis a nossa diversão da tarde. Não é nisso e no jogo de poder que as relações humanas se baseiam? Não é exatamente essa a questão chave de minhas falhas e teus acertos? Pois então, pois então...
Mas a rejeição dói. É cientificamente comprovado, meu amigo. E como dói. Dói em todos os lados, em todos os âmbitos do ser. Dor que nutre dor, que nutre vícios, que nutrem dor, que nutre subterfúgios que no final só geram mais dor. Mas ajuda. Ah, claro que sim, meu bom homem. A dor é uma coisa simplesmente exuberante. Formosa em suas curvas, seu diferencial encontra-se na vontade de potência. Vá lá! Viajemos em filosofia alemã... A dor nutre e move. Desacomoda. E você, ai sentado, enchendo a cara e fumando um beck. E você, refugiando-se em risos vagos, insensatez e um milhão de subterfúgios fugazes. Minha humilde opinião é que um dia toda essa poeira acumulada debaixo dos tapetes de teu cerne vão mofar. E, creio que saibas, mas mesmo quando não aparente, as consequências de se viver em um ambiente abarrotado de mofo são gravíssimas, quiçá fatais.
Eu não, sei.. Eu não sei. Mas não vale à pena, não é? É bobagem.
29 de outubro de 2013
5 de outubro de 2013
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