11 de setembro de 2011

Carpet of the Sun.

"Venha comigo
Descendo ao mundo dos que enxergam
Venha e estarás livre
Arranje um tempo para encontrar o sentimento

Enxergar tudo ao natural
E você descobrirá que você conhece o caminho
E você conhecerá as coisas que lhe são mostradas
Deva tudo ao dia

Veja o tapete do sol
A grama verde macia e doce
Areias sobre as praias do tempo
De oceanos profundos como montanhas
Parte do mundo em que você vive
Você é a parte que você está dando

Entre para o dia
Sinta o calor da luz do sol ao seu redor
Sons de longa distância
Música do amor que te encontrou

A semente que você planta hoje
Amanhã será uma árvore
E viver segue assim
É tudo parte de você e eu."

Renaissance. 
   "A minha felicidade, porém, deveria justificar a própria existência!"
 Assim Falou Zaratustra, Friedrich Nietzsche.

4 de setembro de 2011




Fiz semana retrasada, com lençol velho e tintas para tecido aleatórias. 

3 de setembro de 2011

Remembering.

Hoje me peguei com saudades de um tempo que se foi, de um eu que não volta mais. Não volta mais, mesmo.. Por que aquele eu era de uma fase de caminho a uma evolução intima. Um eu que buscava por respostas sobre várias coisas, muitas coisas.. E não tinha nenhuma delas, aliás. O eu de agora, diria que é mais aprimorado. Não que seja melhor ou whatever. Não é esse o ponto. O que quero dizer é que agora eu tenho muitas das respostas que tanto procurava e, muitas outras, aprendi a aceitar como mistérios da existência. Não da "nossa" existência, pois não é por que sabemos ler e escrever e criar máquinas que somos melhores do que os outros seres vivos. Mas, com o tempo aprendi a respeitar a pequinês humana. Somos apenas míseros animais racionais que cometem mais irracionalidades do que qualquer outra espécie animal terráquea. Mesmo que não seja esse o ponto o qual quero frisar nesse post, é que.. Muitas vezes, geralmente aos sábados quando não tenho preocupações fixas na mente, eu sinto essa melancolia por tudo que já passou, uma nostalgia latente. E, como dizia nas primeiras palavras desse post, me pequei com saudades de um tempo que se foi, de um eu que não volta mais. Me peguei lendo meu primeiro blog, aquele, Horizonte Agridoce. http://horizonteagridoce.blogspot.com/  É legal ler coisas que escrevi num tempo não muito distante, ano passado, e imaginar o que se passava pela minha mente correlacionada às pessoas de quem hoje sinto falta, dos lugares e manias (até mesmo linguísticas) e dos personagens que eu encorporava a cada dia. Por que, creio eu que meu ser real seja um tanto áspero demais para eu mesma suportar. Eu percebi, não é de hoje, que eu sempre crio personagens para cada dia e cada situação. Até que eu, por fim, me acostume e me sinta confortável dentro de algum deles, para apenas assim encontrar meu sossego e equilíbrio e levá-lo a diante, durante dias e dias e dias.
 Pensando bem, a fase na qual me encontro é até similar à que eu me encontrava quando escrevia alguns daqueles posts. A busca pelo quê, os personagens para quê e whatever a mais.. São todos, todos bem propositalmente parecidos. Talvez seja a época. Essa época, a época daquele blog; os meses são parecidos.

2 de setembro de 2011

 "Cheguei à conclusão de que meu relato subjetivo de minha própria motivação é grandemente mítico em quase todas as ocasiões. Não sei por que faço as coisas."
              J. B. S. Haldane.

"Write a text about the traffic in your city."

You could mention:
a. The number of accidents that happen daily.
b. A place in your city where accidents frequently happen and why.
c. What you would do about the traffic in your city if you could change anything you wanted.

"In my city, the number of daily accidents are crazy. A lot of people don't have attention about the traffic, they even doesn't have any careful about their life's. Frequently, the accidents happen in the center of the city, where the people walks in the street without looking to cars or whatever that have in the traffic. If I could do something to help the situation, I would put the attention into the minds of the people.
 The point is that persons of my city doesn't are able to walk in the street. Into your cars or not."

CCAA exercises make me fell happy.

Relatos aleatórios de um final de sexta com cara de sábado.


 Sabe de uma coisa? Me sinto perpetuamente incomoda. Já venho sentindo esse incômodo a tempos.. Anos, aliás. Mas, sempre me conformei com o fato de que "ah, mas eu só tenho 12 anos", "ah, mas eu só tenho 13 anos","ah mas eu só tenho 14 anos.. QUANDO EU TIVER 15 OU 16, VOU PODER FAZER TUDO ISSO." E cá estou. 15 anos que caminham vagarosamente à 16. E, o máximo que fiz da minha lista mental de coisas que eu "poderia" fazer quando tivesse 15 anos foram.. Enfim. Não foram. Não fiz. Não fiz nada. NADA! Por que, na minha mente, quando eu tivesse 15 anos, eu poderia fazer muuuuitas coisas. Seria quase como ter 18 anos(que também é quase ilusão de liberdade). Na minha cabeça, eu já poderia doar sangue e me unir a grupos de ativistas E, na minha boba imaginação, com 15 anos as pessoas ao meu redor já estariam devidamente evoluídas a ponto de nós criarmos alguma frente revolucionária, algum grupo louco de ativistas insanos pela liberdade dos animais e antigoverno. Na minha mente, tudo seria bem diferente do que é hoje. Então, já que não tenho ninguém com os mesmos instintos e inquietações que eu, por perto, vou protestar sozinha mesmo. E daí? Vão me chamar de louca? Ah, isso não é motivo suficiente para me fazer repensar no caso.. Por que em geral, as pessoas já costumam me chamar de louca quando eu estou quieta. Se eu fizer algo, se que dane se vão confirmar as hipóteses de uma possível loucura minha.  Loucos são esses babacas, dementes, cegos, BABACAS, ignorantes, BABACAS! Bebês da mamãe, ow nenê da tia. Que morram todos de asfixia  por não terem mais oxigênio suficiente pra respirarem. EU QUERO QUE VOCÊS VÃO PARA O RAIO QUE OS PARTA! Estou com raiva, raiva intensa porém controlável de toda essa gente, de toda essa situação. Raiva do povo, raiva da mídia. Vontade de passar a fazer todas as minhas roupas com lençóis velhos, feito a camiseta que fiz semana passada. Vontade de virar um marginal. Não no quesito de cometer atos ilícitos como roubar, matar e afins. Mas sim, no quesito margem. Viver a margem, às margens da sociedade. Por que meu, isso fede.. E fede muito! Pena que a maioria dos desavisados nasceram com esse fedor e até acham normal, sentem o ar puro e pensam que é sujeira. 
Sociedade Racionalista
 
 
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